quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

~~-~~ ESCRAVA DE TI ~~-~~



Sob água fria, beijos e carícias
Exploro e sou explorada por você.
Meus seios roço gentilmente em teu corpo
A língua no pescoço, ao redor da nuca;
Contorço minhas nádegas, em ti
Teus músculos se retesam
Ofertando-me uma parte de ti!
Quando sinto tamanho desejo
fluindo de ti; ajoelho-me
Tornando-me sua escrava
De corpo e alma.
Fico sedenta,
Busco de forma servil
Extrair teu néctar
Que é sem modéstia dado a mim. 


6 comentários:

Romeu disse...

MINHA GATINHA LINDA.
MINHA PRINCESA EM BRVE RAINHA..

Tua nudez branca
exposta ao filtro de luz
da cortina de gaze.

Quarto clássico de mulher,
ambiência mítica
de mãe e sombras
ritmo de relógio na sala de jantar.

Cama larga das cambraias
alvices que se misturam
com teu corpo de mulher.

Bordados e anagramas,
pequenos quadros e bibelots,
móveis de madeira negra,
paredes de tom terroso,
piso persa e poeiras centenárias
dos tempos
nos interstícios
das tábuas corridas.

Repousas nua,
sobre o colchão dos tempos.

Repousas sobre os panos
tua beleza antiga,
tua alvura epidérmica.

Ressonas sonho
de gozo adormecido.

Contrastam...

Teus pentelhos escuros,
ralos e obscenos,
e os cabelos finos
ao ritmo da brisa,
mansa,
que adentra pela fresta
da veneziana
entreaberta.

Tuas pernas alvas
em relaxamento cósmico,
uma dobrada em ângulo
agudo para o teto alto.

Teus olhos,
ora entreabertos,
fitando terrosos, enigmáticos
em suas transparências.

Como se assistissem,
de longe, a mística cena,
do amante recostado,
numa bergère,
olhos ao vento,
a refolhar gravuras antigas
numa edição ocre, perdida,
achada nas estantes do acaso.

Tua nudez branca
espalhada na cambraia do tempo.

Perna em ângulo,
pendular em seu ir e vir.
Olhar perdido ao acaso
de encontrar o amante
ora entretido, distante,
num estelar comprimento,
que de repente pode ser nada.

Tua pele branca
tua perna que balança.

Tua boceta molhada,
ainda, do último gozo.

O relaxamento despudorado
da cumplicidade.
O olhar de pálpebras ao meio
a percorrer o quarto.

Cheiro acre de sexo,
da mistura de todos humores:
porra, gozo, água, suor, saliva,
lágrimas e sangue.

Miscigenam-se homem-mulher
na atmosfera amarela
do fim de tarde.

Brisa marinha
traz o sol do crepúsculo
na janela litorânea.

Olhos e sabores
recheiam as sensações
vívidas da tarde.

Os últimos raios ocidentais
refletidos nas águas da enseada.

A maresia dos cheiros
afasta as cortinas
do último ocaso meridional.

O amante percebe
no sabor do amontillado,
sorvido do cristal,
a necessidade cósmica
da amante receptiva.

A tua pele branca,
despida na noite.
O silêncio tomado
mas pleno de sentido.

A taça repousada,
o vinho dos desejos,
O abat-jour imprimindo
novas sombras
nas paredes da alcova.

Tua pele branca
em imperceptível fremir,
pulsa sobre os panos brancos.

A língua que escolhe um fio
e segue o caminho da noite
no hotel do tempo.

COMO TE AMO PRINCESA;Rome.

Rui M disse...

Como te amo Princesa. Como te amo o caralho filho da puta agora já a amas estás-te a aproveitar da fraqueza dela vai-te foder corno de merda que fizeste a princesa para ela mudar assim de um dia para o outro está cega eu nem estou a acreditar isto não é normal vai pro caralho ela vai abrir os olhos eu te fodo

Jorge C disse...

Cabrão quais gatinha qual quê és um pedante que andas aí com a manhia que és homem mal falta-te muito para chegares aos meus calcanhares que fazes tu na vida carneiro de merda andas ao engate só mais nada

Princesa disse...

MEU GATINHO
Meu amor lindo
No ardente desejo de ser-te
Uma avassaladora tempestade
Que faz tremer a sua passagem
Que provoca grande emoção
Fui-te apenas a leve brisa
Que quase desapercebida
Apenas me fiz presente
No suave conforto de refrescar-te
Suavemente o coração

No ardente desejo de ser-te
Uma devastadora fogueira
Que queima e que arde com furor
Despertando te grande paixão
Fui te apenas a pequena chama
De uma vela que entre as mãos
Te ilumina brandamente
Trazendo-te a paz de uma oração.

No ardente desejo de ser te
Um majestoso Sol
Que bronzeia te a pele
Com seu calor abrasador
Fui te apenas a pequena lua
Que no manto sombrio da noite
Brilha te nua, para não deixar te
Na plena escuridão

No desejo ardente de ser te
Um grande amor ou uma avassaladora paixão
Que invade e faz te o corpo vibrar de desejo
Sou te apenas o doce carinho
Mas que perdura
E que diante da vida
Mesmo na amargura
Será te fiel até o fim.

Romeu disse...

Rui.
Nao digas besteira amigo.
Vamos ser todos amigos,eu vos convido ao casamento,ao menos voces se consola, de ver a princesa ao longe claro,um beijo so na cara.
Romeu.

Romeu disse...

Jorge!!!!!!!!!!
Que bicho te mordeu rapaz?
Quem anda ao engate es tu Jorge,porque a princesa eu ja a engatei,olha engata a manuela a marilda a sofia,e se nao gostares tens o xavier o Alex,tens um bom surtido.
Romeu.